quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Às vezes sou incompreendida...
Minhas palavras se distorcem aos ouvidos alheios
Ficam obscuras, me traem. Se transformam em ofensas quando deveriam ser sutis

Falo a verdade. Falo o que é. Não existe meias palavras. São todas inteiras
Não há o que esconder. Livro aberto! Transparência!
O que mais te falta?

Já rasguei minh'alma, escancarei meu coração
Aceitei o desafio, relevei tantos deslizes...
Nunca é suficiente?

A felicidade concede tão pouco tempo para apreciá-la
Tão pouco diante do muito que tenho para sentir
Não me resta tempo para desavenças!

Mas o que me consome mesmo é essa insegurança alheia
Essa dor que quer atrapalhar meu caminho
Porque às vezes penso que sou imune à felicidade...

Me entenda!
A vida é curta demais pra se perder tempo com isso!
Confia em mim. Me dê a mão e não tenha medo de ser feliz...

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